Anúncios até 1920
“Modernizar o passado é uma evolução musical”, é o que dizia o Chico Science. Em criação, revirar o baú, misturar e inventar algo novo é essencial. Segue abaixo algumas peças feitas antes de 1920.





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“Modernizar o passado é uma evolução musical”, é o que dizia o Chico Science. Em criação, revirar o baú, misturar e inventar algo novo é essencial. Segue abaixo algumas peças feitas antes de 1920.





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Um dos temas mais discutidos não só em publicidade, mas na maioria das profissões que envolvem criatividade, é a linha tênue que divide a referência do plágio (ou a famosa “chupada”). Abaixo seguem alguns exemplos de peças que fomentam esse eterno debate:





É um problema que existe sempre, independente do mercado ou do tamanho das agências e clientes. No Braincast #9 TV, episódio 6.2, Carlos Merigo conversou com Fabio Seidl (diretor de criação da África) e Luli Radfahrer (professor da ECA-USP) a respeito.
(00:20) – Onde fica a fronteira entre plágio e referência?
(03:20) – Publicidade não é vanguarda.
(03:44) – As referências podem fazer dois projetos simultâneos serem iguais?
(06:15) – O perigo da internet como meio de referência.
(07:45) – A falta da diversidade na procura de referências.
(08:49) – A cobrança sobre as grandes agências no que diz respeito à originalidade.